Regras do Parlamento com participação da sociedade.
O CONAOP reúne 100 cidadãos sorteados para definir direitos, deveres e benefícios dos parlamentares — com transparência total, sessões abertas e transmissão ao vivo.
118 pessoas já apoiam
É proibido utilizar informações de terceiros para realizar o abaixo-assinado. Após a conclusão do abaixo-assinado, será realizada uma checagem da veracidade das informações fornecidas.
Apoio Livre
Apoiar o CONAOP é rápido e gratuito. Em menos de um minuto você registra seu apoio e ajuda a mostrar a força da sociedade por regras mais justas e transparentes no Parlamento.
Sorteio Público
Os membros são escolhidos por sorteio com critérios de diversidade e rotatividade. Isso reduz privilégios, amplia vozes e garante que diferentes realidades do Brasil estejam representadas nas decisões.
Impacto Real
O CONAOP delibera sobre regras, benefícios e condutas dos parlamentares. As decisões são documentadas e publicadas, para que qualquer pessoa possa acompanhar o que mudou e por quê.
Transparência Total
As sessões são abertas, com transmissão e registro público. Você pode ver como cada tema é discutido, quem defendeu qual posição e quais foram os resultados de cada votação.
Por um Parlamento Ético, Justo e Transparente
O Brasil precisa de coragem para cortar privilégios, enfrentar abusos e abrir a caixa-preta das regras dos políticos. Não dá mais pra aceitar um sistema em que poucos levam vantagens enquanto a maioria paga a conta.
Chegou a hora de arrumar a casa do Parlamento. De construir um modelo ético, justo e transparente — com a sociedade dentro da sala.
Por isso, defendemos o CONAOP: um conselho com 100 brasileiros sorteados, de todas as regiões e realidades, para decidir as regras internas dos parlamentares — com tudo aberto, filmado e publicado.
Por que o CONAOP é necessário
- Acaba com a “regra feita por quem se beneficia”: decisões sobre privilégios passam para cidadãos comuns.
- Aproxima o povo das instituições: a sociedade participa e acompanha tudo.
- Dá transparência: sessões abertas, transmissão, decisões publicadas.
- Garante representatividade: gente de todo o Brasil, com diferentes realidades, decide junto.
- Fortalece o controle social: mais olhos vigiando como o dinheiro público é usado dentro do Parlamento.
Como funciona na prática
Sorteio público define os 100 cidadãos.
Preparação rápida e neutra sobre os temas em pauta.
Debates abertos, com especialistas e posições pró/contra.
Votação clara e registro das decisões.
Publicação das decisões em linguagem simples, para todo mundo entender e acompanhar.
Importante: o CONAOP não cria impostos, nem legisla sobre educação, saúde, segurança etc. Ele cuida somente das regras internas dos parlamentares.
De onde vem o dinheiro
A proposta é não criar novos impostos. O funcionamento cabe dentro do orçamento existente do Parlamento, com ajustes e economia em verbas internas e aproveitamento de estrutura já disponível.
Tudo com prestação de contas e acompanhamento público.
O que muda para o país
Privilégio pra baixo, respeito ao dinheiro público pra cima.
Transparência de verdade, sem letra miúda.
Mais confiança nas instituições: quem decide sobre os políticos não são os próprios políticos — é a sociedade.
Regras claras, explicadas e publicadas para qualquer pessoa consultar.
Como apoiar agora
Assine seu apoio ao CONAOP (leva menos de 1 minuto).
Compartilhe este manifesto nos seus grupos e redes.
Convide amigos e família a conhecer e apoiar.
Acompanhe as atualizações e participe dos debates públicos.
Se você apoia o CONAOP e quer ajudar a ideia a ganhar força, a gente tem um convite simples:
Você pode enviar seu depoimento de apoio em texto, áudio, imagem ou vídeo (curto). Esses materiais podem ser usados nas divulgações do projeto nas redes sociais e no site, sempre com cuidado e respeito ao conteúdo enviado.
Se quiser ir além, você também pode apoiar de outras formas, como:
• Ajudar a divulgar os conteúdos nos seus grupos e redes
• Contribuir com sugestões e/ou ideias
• Apoiar com impulsionamento e divulgação paga
Para participar, envie seu material e uma breve mensagem de autorização de uso para:
contato@conaop.com.br
Participação popular em outros países
Democracia com gente comum decidindo de verdade não é novidade lá fora. Veja quatro modelos que inspiram o CONAOP no Brasil — todos com cidadãos participando diretamente de decisões importantes.
Suíça
Democracia direta (referendos e iniciativas)
Como funciona: leis podem ir a voto popular; cidadãos também podem propor mudanças constitucionais.
O que funciona bem: mais confiança, senso de pertencimento e decisões alinhadas ao que a sociedade quer.
Irlanda
Assembleias de cidadãos
Como funciona: grupo sorteado e diverso recebe informação neutra, debate com especialistas e delibera.
Caso marcante: debateu e embasou a mudança nas regras sobre aborto (2018).
O que funciona bem: mais legitimidade, participação ativa e menos polarização.
Canadá
Júris cidadãos para políticas públicas
Como funciona: cidadãos analisam dados, escutam especialistas e entregam recomendações ao governo.
Exemplo: reforma do sistema eleitoral na British Columbia.
O que funciona bem: transparência no processo e maior aceitação das reformas.
Estados Unidos
Grand jury (participação no Judiciário)
Como funciona: cidadãos, por sorteio, avaliam denúncias e decidem se um caso vai a julgamento.
O que funciona bem: equilíbrio entre Estado e sociedade e mais clareza no processo.
Quem ganha com o CONAOP
Contribuintes (quem paga imposto)
O CONAOP corta privilégios e fecha brechas nas verbas e benefícios do Parlamento. Menos desperdício e manobra = mais respeito ao seu dinheiro e espaço para priorizar o que importa. Regra clara e publicada desarma “penduricalho” e jeitinho.
Trabalhadores e famílias
Quando os políticos jogam com regras firmes e transparentes, cai a sensação de impunidade e sobe a pressão por serviço público que funcione. O recado é simples: quem usa dinheiro público presta conta — e abuso tem consequência.
Órgãos de controle, imprensa e sociedade civil
Com sessões abertas, votos registrados e decisões explicadas, fica fácil fiscalizar. TCU, CGU, MP, jornalistas e ONGs ganham material auditável, reduzem ruído e aceleram a responsabilização quando há desvio.
O próprio Parlamento
Estabilidade de regras internas, menos corporativismo e mais credibilidade diante da população. Com a “casa arrumada”, o Congresso trabalha melhor no que é dele: as leis do país — e não nos próprios privilégios.
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